Não é porque é silvestre ou espontânea que precisa ser pequena. A crepe-do-japão…


Não é porque é silvestre ou espontânea que precisa ser pequena. A crepe-do-japão, que fica belíssima nessa época do ano, responde super bem a adubação. Aliás, várias plantas ficam muito mais bonitas se cultivadas ou tratadas com o devido cuidado.

Aqui trago dois exemplos. O primeiro, uma crepe-do-japão que colhi do meio do gramado, de solo compactado, sem adubação nem irrigação. Está comestível? Sim! Mas bem pequena, rende pouco.

A segunda, peguei nascendo no composto estabilizado que estava esperando para ser usado. Nutriente puro, solo soltinho – mesmo com a seca, o húmus ainda estava úmido.

A plasticidade dessa planta é impressionante. As folhas estavam com 15 cm, macias, saborosas e com um sabor bem suave de alface. É uma delícia.

Planta silvestre não precisa ser miúda e sem graça. Pode ser bonita e graúda assim, é só cuidar bem. Vale a pena investir em cuidado – vai ter um rendimento maior, planta mais desenvolvida, sabor mais agradável e textura mais macia.

Ela é espontânea e tolera solos pobres? Sim. Mas dê uma chance e ela vira um verdurão.

Nome científico: #youngiajaponica #crepisjaponica

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As fotos são do meu livro Matos de Comer, com essa e outras 283 espécies que podem estar no seu jardim ou na sua rua. Ele está disponível com frete grátis, no link do meu perfil, ou no livropanc.com.br



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